Ato contra a criminalização dos movimentos sociais
Já não é de hoje que os movimentos sociais sofrem com a violência no campo e na cidade e com a perseguição sistemática da chamada “grande mídia”, cuja balança parece sempre pender para os interesses privados. Também não é novidade que este movimento tem como principal estratégia deslegitimar os movimentos sociais, lançando-lhes a pecha de “criminosos”. A fúnebre novidade, no entanto, é que o promotor do Ministério Público (MP) do Rio Grande do Sul, Gilberto Thums, imiscuindo-se nesse movimento espúrio de criminalização e repressão aos movimentos sociais, propõe ação judicial para dissolver a organização do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e decretar a sua ilegalidade.
Denunciamos essa 'justiça' que cerceia o direito legítimo de manifestação, seja no campo, na cidade, nas universidades ou nas ruas. Por isso chamamos:
ATO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAISDia 25/09/2008 às 20h00 no auditório Flamínio Flávero, prédio 10 – Mackenzie
Participantes: Prof. Alysson Mascaro
Prof. Claudineu de Melo
Prof. José Francisco Siqueira Neto
Felipe Caetés (LER-QI)
Valério Arcary (Historiador e militante do PSTU)
Ricardo Gebrim (Advogado e militante da Consulta Popular)
Lizângela (MTST)
Vivian (Movimento feminista Carla Maria)
João Paulo (MST)
Organização: Grupo Práxis
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
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